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E-mails revelam encontro de Coppola com Beto, desagrado com Requião e trama para indenização

E-mails revelam encontro de Coppola com Beto, desagrado com Requião e trama para indenização Mensagens interceptadas pela Polícia Federal entre o argentino Roberto Coppola e Adriano Aprígio de Souza, respectivamente sócio e cunhado de Carlos Cachoeira, revelam a movimentação do bando para implantar loterias estaduais no Mato Grosso, em Santa Catarina e no Paraná; detalham encontros com governadores ou pessoas próximas a eles; e expõem a trama para requerer indenizações na justiça, por causa do cancelamento do contrato de empresa dos contraventores com a Loteria do Paraná, determinada pelo então governador Roberto Requião, em 2004. No dia cinco de outubro de 2010, às 8h39, o cunhado de Cachoeira envia a seguinte mensagem para Copola: “Roberto viu o resultado no Mato Grosso? Foi reeleito o Governador. E como ficou em Santa Catarina agora Paraná aquele encontro foi bom com o Governador eleito?”. No mesmo dia, às 18h52, o sócio de Cachoeira responde: “Agora vamos implantar a loteria em mato grosso em santa Catarina también foi bom com colombo porque precidente da loteria era jefe da campanha do Colombo, em Paraná falei com beto richa e que requion por le fecho a loteria e va demorar porque tein que facer uma nova lei, esse filho da puta de requion hasta que foi embora incho o saco”. O restante das mensagens trata da reunião de documentos da Larami, empresa em que Coppola e Cachoeira eram sócios e que prestava serviços à Loteria do Paraná, para acionar o Estado do Paraná na justiça. O contrato da Larami com a Lotopar, assinado no governo Lerner, foi cancelado por Requião, por considerá-lo fraudulento. Na seqüência, Requião extinguiu a própria loteria, trazendo prejuízos para o bando. Com a saída de Requião do Governo, a quadrilha pretendia não apenas reinstalar-se no Paraná como também ser indenizada por “lucros cessantes” pelo cancelamento do contrato da Larami. Assinado em 2001, por Lerner, o contrato da Larami foi renovado por ele, ao apagar das luzes de seu mandato. A seguir, veja cópia das mensagens ente o sócio e o cunhado de Cachoeira e relembre o caso Larami-Lotopar relendo matérias publicadas pela Agência de Notícias do Governo do Paraná, em 2004. Documentos em anexo: Polícia Federal