Página IncialNotíciasRequião cobra informações sobre a Globo e pede o fim dos “reis do camarote”

Requião cobra informações sobre a Globo e pede o fim dos “reis do camarote”

Senador Roberto Requião (PMDB-PR) durante discussão do projeto que trata da minirreforma eleitoral (PLS 441/12)O senador Roberto Requião fez nesta terça-feira (12 ), no plenário, duas cobranças à mesa da Casa: ele quer saber o estágio de andamento de seu pedido de informações, encaminhado semana passada, sobre as dívidas  das Organizações Globo ao fisco e as  multas com que teriam sido punidas ; e o  processo de tramitação de seu Projeto de Resolução que  institui a distribuição automática das relatorias no Senado.

Quanto à primeira cobrança, Requião pede à mesa que esclareça se os pedidos já foram remetidos aos ministros da Fazenda e do Planejamento e se esses já responderam.  Em relação ao segundo, o senador lembra que o seu Projeto já foi protocolado há quase três meses e até agora não há notícia sobre sua tramitação. Esse projeto acaba com o que Requião chamou de “os reis do camarote  do Senado”, um grupo restrito de parlamentares que concentra a maioria das relatorias  nas comissões e no plenário.

Segundo o Projeto de Resolução, as relatorias serão distribuídas automaticamente, com o fazem os tribunais de justiça no país.

Veja a seguir vídeo com a intervenção do senador Requião nesta terça-feira (12). E leia o requerimento do senador sobre empréstimos e dívidas da Globo e o PRS sobre a distribuição automática de relatorias.

Requerimento de informação sobre dívidas da Rede Globo

Requerimento de informações sobre o Banco do Brasil

Projeto de Resolução

2 comentários em “Requião cobra informações sobre a Globo e pede o fim dos “reis do camarote”

  1. Parabéns senador, mas vai ser quase impossível tirar esse tatu da toca. Não consigo entender como este assunto ainda não foi esclarecido.Roubo de um processo de dentro da RFB , um bilhão de impostos sonegados, MP lava as mãos, e nos aqui se não pagamos o IRPF no outro mês já vem a cobrança e pobre de nós se não pagarmos.

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