@Grahmbel Justiniano de Mello e Silva. Liceu Curitibano Gimnasio Psranaense Colegio Estadual do Paraná

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Página IncialREALIZAÇÕES GOVERNO 2003/2010Segurança: ação e prevenção

Segurança: ação e prevenção

De 2003 a 2010, o Governo do Paraná aplicou mais de R$ 6 bilhões na segurança pública. Entre as prioridades nos investimentos estavam a reestruturação das polícias, o combate ao tráfico de drogas e a corrupção policial, a repressão ao crime organizado, a modernização das técnicas de combate ao crime, o policiamento comunitário, o corpo de bombeiros e o problema da superlotação entre dezenas de outros investimentos.

 

181 Narcodenúncia
181aO programa funciona em uma ação integrada da Secretaria da Segurança Pública, Ministério Público e Poder Judiciário. Implantado em junho de 2003, criou uma grande corrente de combate ao narcotráfico em todo o território paranaense, com a participação direta da comunidade, que pode fazer denúncias anonimamente. Os bons resultados do programa geraram recordes na apreensão de drogas em todo o Estado. O programa implantado no Paraná serviu de referência nacional e hoje praticamente todos os Estados brasileiros utilizam o 181 para receber denúncias de narcotráfico, bem como aplicam a metodologia utilizada no Paraná. O serviço também recebe denúncias de violências cometidas contra crianças.

Ações educativas em escolas Detran/Bptran
Semana de trânsito.
Ações realizadas em sala de aula para alertar as crianças sobre os perigos do trânsito, repassando as informações por meio de material especialmente elaborado que ensinam os comportamentos corretos.

 

 

 

 

Biometria Pública
biometria
Desenvolvimento de sistema integrado na Segurança Pública Estadual que permite a identificação dos indivíduos por meio da captura de digitais e fotos, permitindo maior segurança na emissão de documentos.

 

 

 

 

Boletim de Ocorrência Unificado
bou
O Boletim de Ocorrência Unificado é uma nova ferramenta usada para o registro dos crimes no Paraná. Antes da sua implantação, a população era obrigada a ir até uma delegacia para registrar a queixa. Com o novo BO, o policial militar que atende a ocorrência na rua já pode fazer o registro através do BO, que é numerado. Este documento, depois de feito pelo PM é colocado em um sistema informatizado para que a delegacia responsável pela investigação do caso tenha acesso imediato.

Esta ferramenta ainda põe fim definitivamente ao problema que existia com a duplicidade de dados sobre a criminalidade no Paraná, já que as polícias Civil e Militar dispunham de estatísticas próprias, separadas o que poderia causar muitas vezes a duplicidade de dados.

Bombeiro Comunitário
Bombeiro Comunitario
Parceria entre o Governo do Estado e municípios, em que ao Estado compete disponibilizar aos municípios interessados uma viatura e equipamentos básicos de combate a incêndio, assim como rádio, treinamento e qualificação periódica, acompanhamento permanente das atividades, além do financiamento de um Posto de Bombeiro Comunitário (PBC). Já o município deve disponibilizar uma área centralizada, disponibilizar dez funcionários, que depois de qualificados serão Agentes de Defesa Civil, além do pagamento de despesas trabalhistas, água, luz, telefone, manutenção do posto e da viatura e custeios em geral. Ao todo, 50 municípios contam com o serviço.

 

Campanha do Desarmamento
DESARMAMENTO
A campanha foi desencadeada para conscientizar a população sobre a importância do desarmamento na segurança das famílias. Para implementar a campanha e incentivar as pessoas a entregarem suas armas, foi feito o pagamento de R$ 100 para cada arma entregue espontaneamente e também ao policial que apreendesse uma arma de fogo. Depois do sucesso aqui no Paraná, a campanha foi adotada pelo Governo Federal a partir de julho de 2004, e assumida pelo Ministério da Justiça, através da Polícia Federal. Somente pelas polícias estaduais foram recebidas e apreendidas aproximadamente 20 mil armas em decorrência da campanha. Atualmente, os policiais recebem R$ 300 por cada arma apreendida. Por conta do bônus concedido pelo Governo do Paraná, alguns policiais civis e militares podem chegar a dobrar seus salários.

Celas Modulares
celas modulares
Além de garantir tratamento digno e humano nas prisões, com a aquisição das celas modulares o Governo do Paraná está liberando policiais que vigiam detentos para trabalhar na prevenção e investigação de crimes. A inauguração das celas modulares no Centro de Triagem de Piraquara retiraram 732 presos de delegacias da Grande Curitiba. Com isso, foi possível acabar com a carceragem do 11º Distrito Policial, na Cidade Industrial. O investimento de R$ 2,7 milhões nas celas modulares reduziu a superlotação em delegacias como a de Furtos e Roubos, no Jardim Botânico (Curitiba), o 12º Distrito, em Santa Felicidade (Curitiba), e a Delegacia de Campo Largo.

 

Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (Ciosp)
CIOSP
Sistema de comunicação entre as forças policiais (Polícia Militar, Polícia Civil e Corpo de Bombeiros) e a população que foi implantado pela Secretaria da Segurança Pública, em abril de 2004. Pelos telefones de emergência 190, 193 e 197 é possível pedir pelo atendimento de emergência das polícias Militar e Civil, Corpo de Bombeiros e Siate. Os computadores que são usados pelos atendentes estão interligados a um sistema, que os coloca em rede e gerencia dados. Isto faz com que a informação seja distribuída com mais rapidez, o que melhora o trabalho do policial que está na rua, à espera de um chamado do Ciosp para atender uma ocorrência.

 

Companhia Independente da Polícia Militar do Paraná
CompanhiaindependentePM
As companhias independentes funcionam como um Batalhão da PM, mas em áreas menores, e ainda são livres de burocracia para sua criação o que agiliza sua implantação onde é percebida necessidade urgente. A Companhia Independente pode ser de policiamento ostensivo geral como acontece na Lapa, União da Vitória, Telêmaco Borba, Londrina e Umuarama, ou então de policiamento ostensivo especializado como a Companhia Independente Portuária (Paranaguá) e a Força Alfa (Guaíra), que atua na fronteira. Desde 2003, foram criadas cinco das sete Companhias Independentes (Telêmaco Borba, Londrina, Umuarama, Paranaguá e Guaíra).

 

Consegs
conseg
Os Conselhos Comunitários de Segurança (Consegs) são entidades constituídas por líderes comunitários de bairros ou municípios. Essas lideranças se reúnem, voluntariamente, para discutir e analisar, planejar e acompanhar a solução de seus problemas comunitários de segurança, além de desenvolver campanhas educativas e estreitar laços de entendimento e cooperação entre as várias autoridades e lideranças locais. Assim, cada Conselho é uma entidade de apoio às polícias nas relações comunitárias, e se vincula por adesão, às diretrizes emanadas pela Secretaria de Segurança Pública. Os Consegs estão presentes em mais de 224 regiões entre bairros e cidades do Paraná.

 

Corpo de Bombeiros
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De 2003 a 2010 foram aplicados mais de R$ 70 milhões no Corpo de Bombeiros. O número de cidades atendidas pelo Siate passou de sete em 2003 para 26 em 2010. Também foram adquiridas mais de 300 viaturas como ambulâncias (R$ 12,4 milhões foram aplicados na compra de 116 novas ambulâncias), ônibus, micro-ônibus, caminhonetes 4×4, caminhões e 14 quadriciclos, além de embarcações como lanchas UTI, jet-skis, barcos, motores e botes. Mais R$ 3 milhões foram investidos em obras e R$ 6,5 milhões em equipamentos e materiais.

Os investimentos do Governo do Estado nos serviços de emergências de bombeiros mais do que duplicaram o número de municípios atendidos no Paraná. Em 2003, eram 46 cidades e, hoje, com o Programa Bombeiro Comunitário, são 98, o que representa aumento de 113%. Em 2003, cerca de 60% da população do Estado (estimada hoje em 10.262.856 habitantes) era atendida. Agora, esse número subiu para 74% beneficiados diretamente pelos serviços de emergência dos bombeiros através da Polícia Militar e também dos agentes do Bombeiro Comunitário.

Em 2002, havia 46 unidades militares do Corpo de Bombeiros. Hoje, depois da inauguração da unidade de Morretes e a reativação da unidade de Piraquara, o estado conta com 48 unidades militares. O prédio que abriga o Corpo do Bombeiro no bairro Bacacheri foi completamente reformado, num investimento de quase R$ 1 milhão.

Educação para o Trânsito
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Promovido pelo Detran, visa a redução dos índices de acidentes de trânsito, fomentando a participação da comunidade, capacitando-a e instrumentalizando-a para participar na humanização do trânsito.

 

 

 

 

Efetivo policial
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De 2003 a 2010, as polícias Civil e Militar do Paraná receberam 10 mil novos contratados. As armas e viaturas usadas por estes policiais são novas e modernas. No período foram comprados 6.100 viaturas, 16.874 armas e 29 mil coletes balísticos. Também foram aplicados mais de R$ 26 milhões em reformas e construções de prédios para as polícias Civil, Militar e Científica.

 

 

 

Expansão do Siate
Siate
Quando o governador Roberto Requião assumiu em 2003, apenas sete cidades do Paraná eram atendidas pelo Siate. O serviço de emergência médica  foi estendido e em 2010 já eram 26 cidades atendidas, com 90 ambulâncias do Siate (76 do Estado e 14 dos municípios). A expansão do Siate beneficia atualmente cerca de 5,5 milhões de paranaenses. Antes, pouco mais de 30% da população do Estado era atendida pelo Siate. Hoje, são mais de 50% dos cidadãos atendidos.

 

 

 

Fiscalização do Trânsito
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Fortalecimento das ações de fiscalização do trânsito urbano por meio de ações entre o Detran e a Polícia Militar visando maior rigor quanto à trafegabilidade de veículos e documentação de condutores, além da segurança da população.

 

 

 

 

Força Alfa
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A Força Alfa – Companhia Independente de Policiamento e Operações de Fronteira, da Polícia Militar do Paraná, criada em 2009, é responsável pelo reforço do policiamento ostensivo na região de fronteira e apoio à Polícia Federal, Receita Federal e Polícia Rodoviária Federal no combate ao narcotráfico e ao contrabando de armas. A unidade atua na divisa com o Mato Grosso do Sul e nas fronteiras do Paraná com o Paraguai e a Argentina e, sobretudo no Lago de Itaipu, que possui 170 quilômetros de extensão (em linha reta), 1.500 quilômetros (considerando os contornos dos locais alagados) e 66 ilhas (44 brasileiras).

 

Força Samurai
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É uma organização criada na Polícia Militar para o enfrentamento da criminalidade que atua prioritariamente contra o narcotráfico em todo o Paraná. A Polícia Militar identifica o traficante, descobre a forma que ele atua e realiza as prisões necessárias para evitar que todos os tipos de entorpecentes cheguem aos pontos de distribuição. Criada em maio de 2008, foi desenvolvida para contribuir com o trabalho das Polícias Civil e Federal.

 

 

 

Força Verde
Força Verde
O antigo Batalhão de Polícia Florestal da Polícia Militar passou a se chamar Batalhão de Polícia Ambiental – Força Verde – em 2004, intensificando as ações para a preservação do meio ambiente, em parceria com o Instituto Ambiental do Paraná (IAP). A Força Verde possui 22 postos de fiscalização estabelecidos, prioritariamente, em Unidades de Conservação e Áreas de Preservação Ambiental. O trabalho da Força Verde tem coibido crimes contra a fauna e a flora no Paraná e garantido o aumento das autuações, bem como o número de denúncias. A Força Verde atua com patrulhamento aéreo, terrestre e aquático e também recebe denúncias pelo Disque Força Verde (0800 6430304).

 

Força Verde Mirim
Força verde mirim
O projeto tem o propósito de formar crianças das escolas públicas do Paraná, contribuindo com a educação ambiental e inserção social. O cronograma inclui palestras sobre fauna, flora, recursos hídricos, agrotóxicos, destinação correta de lixo reciclável e lições de civismo. O curso tem duração de um semestre, com aulas quinzenais, que geralmente acontecem no contra turno das atividades escolares ou aos sábados. Ao final do curso as crianças recebem o certificado de agente ambiental mirim e poderão “autuar” adultos e conscientizá-los sobre a preservação da natureza. Para as aulas, os alunos ganham uniforme semelhante ao dos policiais militares da Força Verde.

 

Geoprocessamento – Mapa do Crime
geoprocessamento
O Geoprocessamento – Mapa do Crime, lançado em 2004, é uma das mais modernas ferramentas do país para o controle e combate à criminalidade no Paraná. O sistema, desenvolvido por técnicos paranaenses, acompanha quase que em tempo real todas as ocorrências registradas pelas polícias Civil e Militar gerando um mapa onde é possível visualizar onde e quando os crimes acontecem no Estado. É com base neste mapa que as polícias traçam estratégias pontuais e eficientes de combate a determinados tipos de crimes. É com esta ferramenta que o governador do Estado e o secretário da Segurança podem cobrar agilidade, eficiência e resultado dos chefes de polícia de cada área.

 

Instituto de Identificação do Paraná
Identidade
Foram investidos R$ 13,2 milhões para acelerar as emissões de carteiras de identidade em todo o Estado, informatizando e digitalizando todo o processo. Antes uma carteira de identidade demorava até 60 dias para ser expedida. Hoje, o documento pode ser entregue ao cidadão em até 24 horas. Além disso, a mudança garante mais segurança e qualifica o trabalho policial já que o sistema Afis (Sistema Automatizado de Identificação por Impressões Digitais), utilizado no Paraná, é também usado por polícias de diversos países para identificar o cidadão em um universo de milhões de impressões digitais.

 

 

Mãos Limpas
Mãos Limpas
Reuniões semanais que ocorrem desde 2003 para discutir a segurança pública do Paraná. Além de membros do Governo, participam do encontro Ministério Público Estadual, Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal e representantes do Poder Judiciário.

 

 

 

 

Núcleo de Combate aos Ciber Crimes (Nuciber)
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O Nuciber é uma unidade da Polícia Civil, criado em 2005, especificamente para investigar crimes ocorridos na internet. A unidade colabora com todas as outras delegacias em investigações que envolvem esquemas na rede. É a polícia utilizando todos os instrumentos necessários para evitar os crimes que podem ocorrer nesse ambiente.

 

 

 

Núcleo de Proteção à Criança e ao Adolescente Vítimas de Crime (Nucria)
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O Nucria foi implantado em 2004, de uma forma inédita em todo o país, com o objetivo de combater crimes praticados contra crianças e adolescentes. Um dos diferenciais da unidade é a integração do trabalho de policiais civis e militares com o Ministério Público, o Poder Judiciário e sociedade civil. Em 2008 o núcleo passou por uma revitalização na qual as instalações foram reformadas para proporcionar maior privacidade no atendimento de vítimas e familiares. Neste mesmo ano, o Nucria recebeu o apoio de quatro psicólogos especialistas no atendimento as vítimas de violência, os quais produzem relatórios técnicos e laudos para instruir os inquéritos policiais. Além de conscientizar a população com campanhas de orientação, o núcleo promove a fiscalização em boates, bares, hotéis, escolas e demais locais onde são freqüentes os aliciamentos infanto-juvenis e a exploração sexual comercial.

Núcleo de Repressão a Crimes Contra a Saúde (Nucrisa)
Nucrisa
Criado em 2005, o núcleo paranaense trabalha em conjunto com o Ministério Público e é o primeiro do Brasil criado especificamente para investigar crimes contra a saúde e acidentes de trabalho. Como as delegacias sempre tiveram uma grande demanda de crimes nesta área, a Secretaria de Segurança decidiu criar esta unidade para atender com exclusividade e mais eficiência esses casos de extrema gravidade. O núcleo trabalha também para a punição de profissionais que fazem cobranças a pacientes atendidos pelo Sistema Único de Saúde e que não garantem os direitos de acesso à saúde pública.

 

Núcleo de Repressão ao Tráfico de Drogas (NRTD)
NRTD
Desde 2007 investiga principalmente o distribuidor da droga. É subordinado diretamente à Divisão Estadual de Narcóticos (Denarc). Participam dos núcleos policiais militares e civis especializados no combate ao tráfico que agem em sete delegacias específicas (Curitiba, RMC, Maringá, Londrina, Cascavel, Pato Branco e Foz do Iguaçu) para fazer o cerco aos grandes traficantes. Cabe aos núcleos o planejamento e a coordenação de operações referentes aos crimes referentes ao tráfico de drogas.

 

 

Núcleo de Repressão a Crimes Econômicos (Nurce)
Nurce
O Nurce foi criado em 2003 com o objetivo de combater crimes de lavagem de dinheiro, sonegação fiscal, fraudes e outras práticas delituosas. O núcleo mantém parceria com o Ministério Público Estadual, com a Receita Federal, Receita Estadual e Polícia Federal para investigar crimes praticados por gestores públicos, crimes contra a ordem tributária e contra o patrimônio público. Além da sede em Curitiba, o núcleo tem extensões pelo interior do Estado, em Maringá e Cascavel. Até 2007, o Nurce investigou desvios da ordem de R$ 1,5 bilhão dos cofres públicos por corrupção.

 

Patrulha Escolar Comunitária
Patrulha Escolar
Criada em 2008 pelo decreto 2.349, a Patrulha Escolar é a união da comunidade escolar com a polícia para reduzir a violência e a criminalidade nas escolas e nas suas proximidades. Seu objetivo principal é a prevenção e, supletivamente, a repressão aos crimes e atos infracionais. Ela assessora a comunidade escolar a encontrar os caminhos da segurança através de trabalhos de reflexão, palestras e organização para a ação. O policiamento nas escolas passa a contar com policiais militares especialmente capacitados que, conhecendo a realidade da comunidade escolar, buscam medidas que minimizem a ação de criminosos nas escolas e proximidades.

 

Patrulha Rural Comunitária
Patrulha Rural
A Patrulha funciona como o Projeto Povo. Os policiais têm o compromisso de ficar em ronda em comunidades que enfrentam problemas de segurança na área rural. Eles se apresentam à população, visitam propriedades e colhem informações sobre os principais problemas que os moradores enfrentam. Esta é uma ferramenta para que os batalhões possam abranger áreas mais afastadas dos centros urbanos, mas que também precisam de um policiamento preventivo. Este apoio é necessário porque o crime migra, quando há repressão na cidade, muitos criminosos vão para a área rural.

 

 

Penitenciárias
Centro de Ressocialização de Foz do Iguaçu
O Governo do Paraná colocou em operação 12 novas penitenciárias entre 2003 e 2010. De 6.529 vagas existentes no final de 2003, as vagas passaram para 15.904 em 2010, o que representa um crescimento de 144% no Sistema Penitenciário do Estado, em investimentos que ultrapassaram R$ 90 milhões. Além das 12 penitenciárias estaduais, em 2006 foi inaugurada em Catanduvas a primeira Penitenciária Federal de Segurança Máxima (R$ 20 milhões – recursos federais).Todas as unidades dispõem de bibliotecas, salas de aula com professores da Rede Estadual de Ensino, da alfabetização ao ensino médio; áreas de trabalho, de saúde, de atendimento jurídico, assistência social, odontológica e psicológica. Além de construir novas unidades, o Governo do Paraná promoveu reformas que possibilitaram a abertura de 1.234 novas vagas na Penitenciária Feminina de Piraquara, Penitenciária Industrial de Cascavel, Penitenciária Estadual de Piraquara, Colônia Penal Agrícola, Alojamento Parque Agrícola de Piraquara e Complexo Médico Penal. O Governo também eliminou a terceirização das penitenciárias e o número de agentes penitenciários contratados passou de 1.246 em 2003 para 2.388 em 2010. Neste ano, o salário pago pelo Paraná aos agentes era o maior do país: R$ 2.550,65.

Unidades construídas:

1 – Centro de Detenção e Ressocialização de Foz do Iguaçu
2 – Penitenciária Estadual de Ponta Grossa
3 – Centro de Regime Semi-Aberto de Ponta Grossa
4 – Centro de Detenção Provisória de São José dos Pinhais
5 – Centro de Detenção e Ressocialização de Piraquara
6 – Centro de Detenção e Ressocialização de Londrina
7 – Centro de Detenção e Ressocialização de Cascavel
8 – Centro de Detenção e Ressocialização de Francisco Beltrão
9 – Centro de Detenção Provisória de Maringá
10 – Patronato Penitenciário de Londrina
11 – Centro de Regime Semi-Aberto de Guarapuava
12 – Centro de Regime Semi-Aberto Feminino (Atuba)
13 – Penitenciária Federal de Segurança Máxima de Catanduvas
(Construída pelo Governo Federal)

Unidades ampliadas no mesmo período:

1 – Penitenciária Feminina do Paraná
2 – Penitenciária Industrial de Cascavel
3 – Penitenciária Estadual de Piraquara
4 – Colônia Penal Agrícola
5 – Alojamento do Parque Agrícola de Piraquara
6 – Complexo Médico Penal em Pinhais

 

Polícia Comunitária
Polícia Comunitária
É uma nova sistemática de atuação policial que se pauta na interação entre a força policial e a comunidade, que juntas enfrentam as dificuldades na área de segurança pública. A implantação da polícia comunitária é principalmente baseada em um tripé de projetos que a sustentam: o Projeto Povo, a Patrulha Escolar Comunitária e os Conselhos Comunitários de Segurança. A filosofia da Polícia Comunitária estabelece a necessidade da colaboração entre os cidadãos e estes com a Polícia Militar, a fim de que os policiais militares possam oferecer segurança à comunidade onde se inserem.

 

 

Produtos Perigosos
Conselho Estadual de Produtos Perigosos
Para atuar na prevenção e fortalecer a estrutura de resposta aos acidentes com produtos perigosos no Paraná existe o Conselho Estadual de Produtos Perigosos. Sob a responsabilidade da Coordenadoria Estadual de Defesa Civil, o Conselho reúne mais de 30 instituições públicas estaduais e federais focadas na integração como alternativa para aprimorar as ações em período de normalidade ou de anormalidade.

 

 

 

Proerd
proerd
O Programa Educacional de Resistência às Drogas e à Violência tem como objetivo desenvolver um sistema de prevenção contra a violência e o uso indevido de drogas nas escolas de todo o Estado. O programa é desenvolvido com a presença de policiais militares nas escolas que fazem palestras e atividades com as crianças e adolescentes sempre priorizando a moral, os bons costumes, e a afetividade. A idéia é fortalecer o trinômio: polícia, escola e família. Criado em 2000, até 2010 o Proerd já tinha formado um milhão de crianças.

 

 

Projeto Povo
Povo
O Policiamento Ostensivo Volante (Povo) foi criado inicialmente em 1993, com o objetivo de aproximar a Polícia Militar da comunidade, de acordo com um novo conceito de policiamento. O Policiamento Ostensivo Volante é uma modalidade de Policiamento Comunitário, onde cada estação composta de viatura e motos, suplementada por rádios HT e celulares é designada para atender um bairro ou setor, sendo responsável por melhorar a qualidade de vida daquele bairro pelo combate ao crime e ao medo do crime, despertar o envolvimento da comunidade na sua própria segurança e aferir os anseios e reclamações da comunidade em relação à Segurança Pública.

 

Prova Eletrônica
Prova Eletrônica
Projeto em implantação junto ao Detran para proporcionar agilidade à realização dos testes para habilitação de condutores e reduzir a possibilidade e fraudes. Permite a imediata divulgação dos resultados.

 

 

 

 

Seguro de Vida
seguro de vida
A gestão de Roberto Requião instituiu um seguro de vida para o policial de R$ 100 mil, a ser pago em caso de morte em serviço. O seguro vale para as polícias Civil e Militar. No governo anterior, não havia seguro de vida para os policiais.